Incidência
A estatística mundial indica 11 casos da doença para cada 1 milhão de habitantes. No Brasil, a DEBRA coordena o cadastro nacional de epidermólise bolhosa desde 2014, em que já foram reconhecidas mais de 1.027 pessoas. Porém, como os hospitais não são obrigados a informar os casos, estima-se que a doença seja subnotificada.3
Principais tipos de EB
Existem mais de 30 tipos de epidermólise bolhosa, classificados de acordo com o nível da pele em que ocorre a formação das bolhas. Os quatro principais são:
Epidermólise bolhosa simples (EBS)
É a forma mais frequente. As bolhas são superficiais, geralmente não deixam cicatrizes e tendem a diminuir com a idade. 1,2
Epidermólise bolhosa juncional (EBJ)
Caracteriza-se por bolhas profundas que acometem grande parte da superfície corporal. É considerada uma das formas mais graves da doença. 1,2
Epidermólise bolhosa distrófica (EBD)
As bolhas se formam abaixo da epiderme, provocando cicatrizes e, em alguns casos, perda da função dos membros. É a forma que deixa mais sequelas. 1,2
Síndrome de Kindler (EBK)
Apresenta características das demais formas, podendo haver formação de bolhas em diferentes níveis da pele, além de sensibilidade ao sol, atrofia cutânea, inflamação intestinal e estenose de mucosas. 1,2
FONTES
1. Ministério da Saúde (BR). Epidermólise bolhosa [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/epidermolise-bolhosa
2. DEBRA Brasil. O que é epidermólise bolhosa (EB)? [Internet]. São Paulo: DEBRA Brasil; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://debrabrasil.com.br/o-que-e-eb/
3. Associação DEBRA Brasil. Cadastro nacional [Internet]. São Paulo: DEBRA Brasil; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://debrabrasil.com.br/cadastro-nacional/
Este site contém conteúdo em caráter exclusivamente educativo e não substitui a orientação médica.
Incidência
A estatística mundial indica 11 casos da doença para cada 1 milhão de habitantes. No Brasil, a DEBRA coordena o cadastro nacional de epidermólise bolhosa desde 2014, em que já foram reconhecidas mais de 1.027 pessoas. Porém, como os hospitais não são obrigados a informar os casos, estima-se que a doença seja subnotificada.3
Principais tipos de EB
Existem mais de 30 tipos de epidermólise bolhosa, classificados de acordo com o nível da pele em que ocorre a formação das bolhas. Os quatro principais são:
Epidermólise bolhosa simples (EBS)
É a forma mais frequente. As bolhas são superficiais, geralmente não deixam cicatrizes e tendem a diminuir com a idade. 1,2
Epidermólise bolhosa juncional (EBJ)
Caracteriza-se por bolhas profundas que acometem grande parte da superfície corporal. É considerada uma das formas mais graves da doença. 1,2
Epidermólise bolhosa distrófica (EBD)
As bolhas se formam abaixo da epiderme, provocando cicatrizes e, em alguns casos, perda da função dos membros. É a forma que deixa mais sequelas. 1,2
Síndrome de Kindler (EBK)
Apresenta características das demais formas, podendo haver formação de bolhas em diferentes níveis da pele, além de sensibilidade ao sol, atrofia cutânea, inflamação intestinal e estenose de mucosas. 1,2
FONTES
1. Ministério da Saúde (BR). Epidermólise bolhosa [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/epidermolise-bolhosa
2. DEBRA Brasil. O que é epidermólise bolhosa (EB)? [Internet]. São Paulo: DEBRA Brasil; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://debrabrasil.com.br/o-que-e-eb/
3. Associação DEBRA Brasil. Cadastro nacional [Internet]. São Paulo: DEBRA Brasil; [acessado em 2026 jul 05]. Disponível em: https://debrabrasil.com.br/cadastro-nacional/
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